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A caravana de migrantes chegou à fronteira com a Califórnia

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várias centenas de migrantes da América Central reuniram-se no domingo, 30 de abril na fronteira do México-American no final de um mês de travessia no México.

Muitos deles decidiram apresentar-se às autoridades dos EUA para arquivar aplicativos de asilo e devem ser colocados em centros de retenção. “Esperamos que o governo dos EUA se abra as portas”, disse Reyna Isabel Rodríguez, 52, de Salvador com seus dois netos.

“Nós não somos criminosos”

as pessoas da ONG Sem fronteiras, organizou esse tipo de caravana desde 2010 para denunciar o destino daqueles que cruzam a presa de México a muitos perigos, entre cartéis de drogas que sequestram-os ou a matança, e as autoridades que os fizeram. “Querremos para o presidente dos Estados Unidos que não somos criminosos, não somos terroristas, que ele nos dá a chance de viver sem medo. Eu sei que Deus vai tocar seu coração”, disse o um dos organizadores do Caravana, Irineo Mujica.

A ONG, composta de voluntários, permite que os migrantes permaneçam agrupados – durante uma viagem que é feita a pé, de ônibus ou de trem. – Para se proteger contra todos os perigos que pontuam seu caminho. Em espanhol, essas caravanas também são chamadas de “Crucis migrante” ou o “caminho migrante”, com referência às processes católicas, particularmente apreciadas na América do Sul, que está a paixão de Cristo, ou os últimos eventos que precederam e acompanharam a morte e os últimos de Jesus de Nazaré.

Este ano, o grupo saiu em 25 de março de Tapachula, na fronteira da Guatemala, com um grupo de quase 1.200 pessoas, a 80% de Honduras, outros da Guatemala, El Salvador. e Nicarágua, de acordo com Rodrigo Abeja. No grupo, quase 300 crianças de 1 mês a 11, vinte jovens homossexuais e cerca de 400 mulheres. Alguns então se dispersaram, preferindo ficar no México, outros que escolhem viajar por seus próprios meios.

Donald Trump’s raiva

Em abril, as imagens da caravana de migrantes que se dirigem para o Os Estados Unidos haviam despertado a raiva de Donald Trump e uma forte tensão entre Washington e México. O presidente americano, um dos quais um dos principais temas da campanha foi a construção de uma parede na fronteira com o México para lutar contra a imigração ilegal, ordenou a implantação na fronteira das tropas da Guarda Nacional.

Ele também submeteu a conclusão de um novo acordo de livre comércio na América do Norte para fortalecer os controles migratórios pelo México, uma condição rejeitada pelo presidente mexicano Enrique Pena Nieto.

com AFP e Reuters

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